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TJDFT lança Cartório 4.0: projeto de modernização das atividades cartorárias

16 Out, 7:27
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Com o lançamento do Laboratório de Inovação do TJDFT – Aurora, no dia 2/10, nasceu também o Cartório 4.0 – primeiro grande projeto do Aurora. O objetivo é desenvolver soluções inovadoras para a tramitação dos processos judiciais, a partir da modernização, padronização e automação das atividades cartorárias, com intuito de melhorar a experiência do usuário e conferir mais qualidade aos serviços prestados à população.

Conforme explica o Juiz-assistente da Presidência do TJDFT e Coordenador do Aurora, Jayder Ramos de Araújo, a ideia é contar com auxílio da máquina naquilo que é trivial, nos processos manuais exaustivos, e “evoluir para um modelo no qual nós humanos sejamos mais requisitados para aquilo que é mais nobre, que é atividade pensante, criativa, para que a gente possa ter tempo para expressar nossa sensibilidade e prestar uma jurisdição de qualidade”.

O Cartório 4.0 foi desenvolvido com base nas seguintes premissas: integração de serviços e informações de forma a democratizar o acesso à justiça; segurança, proteção, integridade e privacidade de dados e informações; serviços intuitivos para melhorar experiência do usuário com o sistema de Justiça; e interatividade, ou seja, serviços conectados, disponíveis a qualquer hora em qualquer dispositivo.

Para tanto, será realizado diagnóstico interno com intuito de identificar a atividade cartorária que representa maior desafio para o Tribunal na evolução para era digital. A partir dos dados coletados, por meio de consulta a magistrados e servidores da área finalística do TJDFT, serão realizadas pesquisas, entrevistas e trabalho de campo para definição da atividade a ser priorizada.

Com a atividade definida, o foco será o desenvolvimento da solução a partir da realização de oficinas de ideação, prototipação e testes para definir a solução mais efetiva e implementá-la. A ideia é que todo processo seja realizado de forma democrática e colaborativa com foco no usuário final, o cidadão.

Fonte: TJDFT