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Advocacia se engaja no combate à violência religiosa

Combate à violência religiosa: Atuação de profissionais assegura a liberdade das práticas religiosas.

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O Brasil foi o último grande país ocidental a extinguir a escravidão, mas o passado colonial e escravocrata ainda permeia a nossa cultura. As religiões de matriz africana, que saíram das senzalas com a abolição, continuam lutando por respeito e, hoje, contam com leis que as protegem e uma advocacia engajada.

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No Boletim 3151, dois profissionais debatem a questão e explicam a relação entre a intolerância religiosa e o racismo estrutural. “O racismo que alicerça a organização social brasileira, consequentemente, estruturante das relações de poder, ocupa o centro das violências voltadas às religiões de matriz africana”, analisa Renata Pallottini, diretora jurídica do grupo Terreiro Resiste.

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Silvio Machado, da Comissão de Direito e Liberdade Religiosa da OAB (Bangu-RJ), vai além: “Além da questão da pele, não se pode olvidar da ganância financeira”.

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Clique aqui acesse a reportagem.

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